Gravíssimo: Generais brasileiros são espionados por “mandraques” petistas

Além disso, se tentaria arrancar de Temer o compromisso de assegurar a permanência dos comandantes em seus postos, recriar o Gabinete de Segurança Nacional, sob a chefia do general Etchegoyen, e colocar Denis na Secretaria de Comunicação da Presidência. Para o lugar de Etchegoyen iria o General Mourão, de pensamento similar.

O mais bem informado e melhor remunerado jornalista petista – Luis Nassif  recebeu, para financiar seu site,  aportes milionários de empresas do governos do PT -, que assina o portal GGN, publicou no último sábado, 07 de maio, matéria com a “chamada”: Xadres do governo Temer e o fator militar. Ningúem, que chama Temer de golpista, teria acesso a informações privilegiadas e até SECRETAS se não as recebesse de “espiões” aquartelados ao lado dos comandantes militares.

Nassif, tenta, de forma dissimulada, comprometer o professor Denis Rosenfield um dos mais próximos assessores de Michel Temer, como o responsável por vazamentos de conversas mantidas com os comandantes militares.

Nassif, usando as expressões “teria” “”seria” ” está sendo articulado” ” encontrou-se” “tentaria”, busca desenhar o quadro politico-militar que “estaria” sendo gestado na equipe do futuro governo Temer. Por exemplo, a assunção do General Mourão a chefia do Estado maior do Exército.

Fica muito claro que o conteúdo da matéria traz informações sólidas, capazes de fazer tremer do mais raso militante petista ao mais graduado bolivariano incorporado aos governos de Lula e Dilma.

Essas informações não chegaria ao conhecimento de Luis Nassif a não ser por meio de um “espião” qualificadíssimo, que teve acesso a todas as conversas já realizadas pela equipe de transição.
Isso é muito grave…

Leia parte da matéria assinada por Luis Nassif
” A maneira dos militares voltarem para a política seria através da recriação de uma estrutura militar de controle no governo federal, mas diferente do extinto GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República) e mais próximo do SNI (Serviço Nacional de Informações) e da segurança presidencial.”

Quem está à frente dessas articulações é o general Sérgio Etchegoyen, chefe do Estado Maior do Exercito Brasileiro e de uma família que faz parte da própria história do Exército.

O meio campo com o governo Temer está sendo articulado pelo filósofo Denis Rosenfield, articulista do Estadão e colaborador do Instituto Milenium. Denis é amigo de Etchegoyen, provavelmente devido à mesma origem gaúcha, foi indicado assessor de Temer e há indícios de que mantem contatos com governos estrangeiros.

No dia 22 de abril, por exemplo, encontrou-se com Etchegoyen no Centro Brasil 21, em Brasília. Dois dias antes, a pedido de Etchegoyen, agendou jantar na residência do general com os comandantes da Marinha e da Aeronáutica. A intenção era montar uma frente que forçasse Temer a assumir compromisso de nomear um militar para o Ministério da Defesa. O indicado seria o general Joaquim Silva e Luna, Secretário Geral do Ministério do Exército.

Além disso, se tentaria arrancar de Temer o compromisso de assegurar a permanência dos comandantes em seus postos, recriar o Gabinete de Segurança Nacional, sob a chefia do general Etchegoyen, e colocar Denis na Secretaria de Comunicação da Presidência. Para o lugar de Etchegoyen iria o General Mourão, de pensamento similar.

Antes do jantar, Denis vazou para o Estadão matéria sobre a manutenção dos três comandantes, criação do GSI e controle da inteligência. A intenção foi criar um fato consumado para Temer.

Segundo oficiais críticos da proposta, nem Marinha em Aeronáutica compactuaram com a ideia de retorno ao cenário político.

No último domingo Etchegoyen encontrou-se com Temer, para tentar impor a criação do gabinete. Os argumentos de pressão são os riscos de perda de controle dos movimentos sociais, ameaças bolivarianas de governos vizinhos. Na terça passada, foi a vez do general Eduardo Villas Bôas visitar o vice no palácio Jaburu.

Há relatos de consultas a alguns governos estrangeiros, visando ganhar apoio para a proposta. Provavelmente, entra aí o fator Boeing, a anulação da compra de jatos da Suécia
Para acessar ao conteúdo completo vá até o link abaixo e tire suas próprias conclusões…

http://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-do-governo-temer-e-o-fator-militar

As informações são do CRISTALVOX

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